Vagos Metal Fest | 09 a 12.08.2018

Esta reportagem é uma parceria LOUD! com Caminhos Metálicos.

Apresentamos aqui um pequeno resumo do que se passou nos quatro dias do festival. A reportagem completa sairá na edição impressa da LOUD!.

No primeiro dia da edição 2018 do VAGOS METAL FEST tivemos como pontos altos a participada actuação dos Orphaned Land, a intensidade e brutalidade dos Analepsy e o LVHC dos Trinta & Um. Pontos negativos: o vento frio que se fez sentir desde o fim da tarde, a banda sueca composta por músicos russos que em 45 minutos de set tocaram duas versões e um solo de bateria (InSammer) e a falha de energia a meio do encore dos Orphaned Land.

Segundo dia do VAGOS METAL FEST com o recinto do festival quase lotado. Destaque para a consistência da nova formação dos Cradle Of Filth e para o humor britânico de Dani, para a fantástica recepção que os Moonspell tiveram e para a grande festa final a cargo dos Serrabulho, que iniciaram uma nova tradição nos concertos metal: o “wall of ass”. Pela negativa mantiveram-se os problemas de energia que afectaram as actuações dos Moonspell e Cradle Of Filth.

No terceiro do dia do VAGOS METAL FEST já se notou o cansaço entre o público. Neste dia os Gwydion desembarcaram na praia de Vagos para conquistar o palco principal numa atuação arrasadora. Sublimes estiveram também os Kamelot com o vocalista Tommy Karevik a fazer esquecer por completo Roy Khan. No dia em que os Dagoba foram cancelados (por problemas no transporte), as outras notas negativas vão para o cabelo do Tony Kakko dos Sonata Arctica (já que a pulseira da imprensa é cor-de-rosa, vamos alinhar nisso!) e para as queixas do público relativamente ao som em frente ao palco nalguns concertos, nomeadamente dos Carach Angrel e Enslaved. A explicação é simples: como os músicos usam auriculares para a munição do som, só se ouve praticamente a bateria em palco. E neste dia não houve quebras de energia!

O capítulo derradeiro do VAGOS METAL FEST foi abençoado pela chuva que tornou as actuações dos Memoriam e dos portugueses Rasgo ainda mais especiais. Antes, os Municipal Waste e os Suicidal Tendencies já tinham comandado a plateia numa saudável batalha campal, não dando descanso à competentíssima equipa de segurança do VMF. Num dia marcado pelo desaparecimento de instrumentos dos Ensiferum e Memoriam durante o transporte aéreo, os primeiros deram a volta presenteando-nos com um simpático concerto acústico, enquanto a banda britânica teve que recorrer aos instrumentos dos Integrity (e mesmo assim, devido a problemas no baixo, vimos os Memoriam em formato trio durante três temas). Durante a tarde os fãs dos Manowar puderam deliciar-se a ouvir os hinos da banda interpretados pelo seu ex-guitarrista Ross The Boss. Apesar dos vários problemas que foram acontecendo ao longo dos quatro dias, resta-nos esperar que a peregrinação ao santuário do metal em Portugal regresse em 2019.

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Carlos Guimarães

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