Moonspell + Bizarra Locomotiva @ Teatro Aveirense (Aveiro) | 10.11.2017

Depois das datas espanholas, a digressão ibérica de promoção a "1755" continuou em Portugal, sendo o acolhedor Teatro Aveirense, em Aveiro, um dos locais escolhidos. Com a plateia esgotada e o público ainda sentado, à exceção de uns bravos que se aglomeraram logo ao início em frente ao palco, os Bizarra Locomotiva iniciaram a sua arrebatadora atuação com «Febre de Ícaro». Sempre mergulhados na penumbra, Rui Sidónio foi, como sempre, o centro das atenções, misturando-se muitas vezes com o público. Em «Anjo Exilado» teve, no meio dos fãs, a companhia de Fernando Ribeiro, destacando-se ainda o final com «O Escaravelho»

Ao contrário das datas em Lisboa e Porto, aqui não tivemos a presença das Crystal Mountain Singers para engrandecer a apresentação de «1755» dos Moonspell. Mesmo assim, o grupo soou mais oleado do que na atuação que vimos no Hard Club, com os óbvios destaques para a presença de Paulo Bragança em «In Tremor Dei», a brutal «Todos os Santos» e a cada vez mais arrepiante «Lanterna dos Afogados». Apresentado o novo disco, os Moonspell fizeram a ligação para a parte «best of» da sua atuação com «Em nome do Medo», à qual se seguiram os clássicos «Vampiria» e «Alma Mater». «Breathe» e «Extinct» recordaram-nos o álbum anterior, estando o final reservado para outras três malhas icónicas: «Opium», «Awake» e «Full Moon Madness». Seria quase desnecessário referir que quase ninguém aguentou sentado na plateia até ao fim...

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Carlos Guimarães

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